A faixa de pedestres está lá, recém-pintada, bastante visível, mas mesmo assim os motoristas insistem em não respeitá-la. Dessa forma, põem em risco a vida de estudantes e trabalhadores que diariamente precisam fazer a travessia.
A situação se repete em vários pontos de Maceió, mas o caso citado aqui ocorre no bairro do Poço, abaixo do viaduto que corta o riacho Salgadinho. Os motorista que seguem em direção ao bairro do Farol não param diante da faixa para dar prioridade ao pedestre – salvo raríssimas exceções daqueles mais educados que leram e respeitam o Código de Trânsito Brasileiro.
No sentido oposto – de quem vem do Farol em direção ao Poço, onde também há uma faixa – é mais comum que os motoristas parem. Talvez isso aconteça porque, nesta direção, o trânsito é mais congestionado e eles teriam que passar por ali devagar mesmo. Logo acima, no alto do viaduto, distante da visão de motoristas e pedestres, há uma placa com o aviso “Dê preferência ao pedestre” (de certo modo, a placa não seria necessária, se os condutores fossem educados e agissem conforme manda o Código).
Se houvesse um agente de trânsito da SMTT bem diante da visão dos motoristas, sem esboçar nenhuma reação, apenas parado ali para ser visto, será que os motoristas iriam continuar ignorando a faixa? Ou o medo de mexer no bolso para arcar com multas provocaria uma reflexão e os tornaria “educados”?
Enquanto não há nem multas nem educação, cabe aos pedestres contar com a sorte durante a travessia.
A situação se repete em vários pontos de Maceió, mas o caso citado aqui ocorre no bairro do Poço, abaixo do viaduto que corta o riacho Salgadinho. Os motorista que seguem em direção ao bairro do Farol não param diante da faixa para dar prioridade ao pedestre – salvo raríssimas exceções daqueles mais educados que leram e respeitam o Código de Trânsito Brasileiro.
No sentido oposto – de quem vem do Farol em direção ao Poço, onde também há uma faixa – é mais comum que os motoristas parem. Talvez isso aconteça porque, nesta direção, o trânsito é mais congestionado e eles teriam que passar por ali devagar mesmo. Logo acima, no alto do viaduto, distante da visão de motoristas e pedestres, há uma placa com o aviso “Dê preferência ao pedestre” (de certo modo, a placa não seria necessária, se os condutores fossem educados e agissem conforme manda o Código).
Se houvesse um agente de trânsito da SMTT bem diante da visão dos motoristas, sem esboçar nenhuma reação, apenas parado ali para ser visto, será que os motoristas iriam continuar ignorando a faixa? Ou o medo de mexer no bolso para arcar com multas provocaria uma reflexão e os tornaria “educados”?
Enquanto não há nem multas nem educação, cabe aos pedestres contar com a sorte durante a travessia.
![]() | |||
| Sentido Farol-Poço: frase no alto do viaduto, distante do campo de visão dos motoristas, faz o alerta; no entanto, para condutores conscientes, ela não é necessária |
![]() |
| Sentido Poço-Farol: o pedestre que precisa fazer essa travessia corre mais riscos, pois nesse ponto os motoristas ignoram totalmente a faixa |


Nenhum comentário:
Postar um comentário